China: sem sistema público para a maioria dos estrangeiros
Na China, o seguro social de saúde só cobre quem tem emprego formal — e mesmo com ele, a rede pública tem limitações de idioma e estrutura para estrangeiros. A saída é a rede privada internacional de Pequim, Xangai e Shenzhen, cuja fatura chega perto dos padrões dos Estados Unidos.
Como funciona o sistema
- Seguro social só com carteira — e com reembolso limitado mesmo para empregados.
- Privado caro nas grandes cidades — clínicas internacionais cobram em padrão americano.
- Idioma e burocracia — atendimento em inglês custa o dobro do local.
- Repatriação não incluída — o voo sanitário fica por sua conta.
O que um imprevisto custa
Os valores dependem do hospital, do procedimento, da duração do atendimento e da cobertura local. Consulte uma estimativa do prestador e confirme franquias, limites, exclusões e repatriação na apólice; não existe uma tarifa única para o país.
3 perguntas que separam uma boa apólice de um problema
Muitas apólices "baratas" escondem franquias altas: você paga milhares de dólares ou euros do próprio bolso antes de receber um centavo da seguradora. Existem contratos sem franquia — ou com franquia simbólica — e, em uma emergência, a diferença é imensa. Confira esse detalhe antes de olhar o preço.
Boa parte das apólices simplesmente exclui condições preexistentes — exatamente o que você mais precisaria cobrir. Hoje existem contratos que avaliam o seu histórico e oferecem cobertura, inclusive total, para preexistências. Declare tudo e prefira quem cobre, não quem esconde a exclusão nas letras miúdas.
App e central de atendimento todo mundo tem. Mas, em uma internação no exterior, ter um apoio personalizado — um contato que conhece o seu caso, fala a sua língua e destrava o atendimento — vale mais do que qualquer desconto na contratação.
Cobertura que faz frente às faturas privadas chinesas — e vale no mundo todo.
Ver opções de cobertura →Confira também os guias de outros destinos e a exigência oficial do consulado do seu destino.
